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sábado, 5 de setembro de 2015

Lua


“Sabe no que eu estava pensando?”, disse ela, “Toda noite nós podemos ver algo que existe há bilhões de anos. A lua é fiel; não falhou em aparecer uma única vez. É emocionante pensar que podemos apreciar algo que já foi contemplado por inúmeras pessoas. É como se eu pudesse ver uma antiga e íntegra peça de museu, que me faz perder a noção do tempo- porque ela mesma sobreviveu ao tempo. Estoura a guerra, acaba a guerra; uma geração vem e outra vai, mas ela sempre está ali. E não importa onde eu esteja, sei que posso enxergar a mesma coisa que você, ao mesmo tempo. Isso nos aproxima do resto do mundo!”

“Ao mesmo tempo”, garantiu ele.

domingo, 5 de outubro de 2014

Sonhos

Foto do post: Space.

 Acabei de acordar. Ignorem o horário da postagem (ele nunca está certo). Eu deveria estar limpando a casa agora, mas o "dever" me chama. Como se postagens fossem deveres.
 Prometi que faria um post sobre "sonhos". Esse tema sempre me acompanhou. Vou iniciar falando um pouco sobre um intrigante sonho que eu tive repetidas vezes no decorrer da minha breve vida.
 Desde muito pequena, eu tenho inevitavelmente um mesmo sonho. Quando criança, chegava a sonhar com ele duas ou três noites seguidas e, só depois de meses, sonhava com ele de novo. Cheguei a ficar um ano sem sonhá-lo, mas depois, sem ter intenção, passei a sonhá-lo novamente. O intrigante é que esse sonho não tem sentido; ele é muito abstrato e indefinido.
 Bem, vou contá-los como é:
 Eu vejo um quarto mal iluminado- como se estivesse de manhã, mas as janelas ainda fechadas não permitem uma claridade descritível- e, no centro, uma cama grande de casal com colchas brancas. Eu me aproximo da cama (Obs.: Quando me refiro a "mim" não significa que estou me vendo no sonho, dentro do quarto; é como se eu fosse uma câmera, filmando o quarto, e a visão da câmera se aproxima da cama- não meu corpo) e, entre os dois travesseiros, há dois copinhos descartáveis de chá- em um há sal e em outro, açúcar- e eu consigo erguê-los (Mas, novamente, não sou eu que estou no quarto; os copos são erguidos com a "força da minha mente" (Sonhos não precisam fazer sentido)) e, aos poucos, o conteúdo deles é despejado na cama, entre os travesseiros. Mas eu sinto que havia um padrão, havia uma lei. Um sentimento horrível toma conta de mim quando eu percebo que despejei além do que era necessário. Eu desperdicei o sal e o açúcar (que devem significar algo, em algum lugar). Esse sonho parece meio besta e sem propósito, mas eu acho que fiz algo errado nele.
 Já tive o mesmo sonho, porém, ao invés de uma cama e travesseiros, eu tinha que despejar sal e açúcar em uma calçada de esquina. kkk Ok, eu pareço uma louca agora. Repito: Sonhos não precisam fazer sentido.
 Outra coisa maluca sobre mim: Eu consigo controlar meus sonhos! Poucas pessoas conseguem. Desde pequena eu exerço essa habilidade. kk Por exemplo, quando eu era criança e tinha um pesadelo de que havia monstros me perseguindo, eu precisava apenas ir para um lugar isolado, fechar meus olhos e esfregá-los; quando os abria lentamente, eu estava na vida real. E passei a fazer isso em todos os meus pesadelos. Era preciso apenas distinguir o que era sonho e o que era realidade. Monstros não existem, portanto concluí que era um sonho e consegui me preparar para acordar.
 Difícil mesmo é quando nós não conseguimos distinguir o que é fantasia e o que é realidade.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Terje Sorgjerd

O fotógrafo norueguês, Terje Sorgjerd, é apaixonado pela natureza e registra as mais belas paisagens do mundo. O vídeo "A Montanha" é um dos trabalhos mais lindos e intensos que já vi. Essas imagens impressionantes foram feitas no topo da montanha mais alta da Espanha, El Teide, a mais de 3.700 metros de altura.
Como o próprio Terje diz na descrição do vídeo, o observatório no topo dessa montanha é considerado um dos melhores lugares do mundo para ver estrelas e isso era justamente o que ele queria. Flagrar momentos de tirar o fôlego da Via Láctea.
É possível entender como a Terra se move- o que, para nós, parece imperceptível- e como o universo é incrivelmente vasto. As nuvens parecem ondas do mar. As estrelas parecem infinitas. Impossível não se emocionar com a magnitude da criação.
Clique no play abaixo e se deixe hipnotizar por essas imagens. Dica: a experiência fica ainda melhor se você aumentar o som e assistir em HD.










terça-feira, 22 de abril de 2014

In Your Galaxy

Tentei fazer o universo ao fundo.

Eu queria que ficasse assim, buuuut...



Tentei fazer as estrelas com pingos de tinta branca (batendo o pincel), mas não deu certo porque quando secou ficou transparente. Então espirrei errorex (corretivo). kkk Fiquei desesperada quando manchou o cabelo dela!




PS.: Como devem ter notado, ainda estou louca pra ficar ruiva. Mas a coragem vai e volta.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Não falta chão, falta céu



 Dia desses entrei naquele tal quarto; não sei se o chamo de velho ou se o chamo de novo. Mudei minha cama para o quarto maior, voltei a dormir com minha mãe. Aquele minúsculo quartinho lilás, que mais parecia um banheiro, agora serve apenas pra trocar de roupa. Julgo-o novo pois agora consigo ver os cantinhos que não conseguia varrer; também julgo-o velho pois, apesar de ter mudado os móveis de lugar, as paredes são as mesmas. Sem a cama para atrapalhar, agora posso encostar na janela. Se bem que a cama me ajudava muito, servindo de banquinho para alcançar o varal pra pendurar as toalhas de dentro da casa. Dia desses esqueci a janela aberta; já estava escurecendo e, quando me aproximei, pude sentir a brisa fresca do fim da tarde. Há muito tempo não sentia isso. Me dei conta de que isso foi ontem.
 Na minha infância morei em uma casa muito grande, ao meu ver. Era uma casa de fundo, mas ficava bem no meio do terreno, então eu dizia ter 4 quintais. Recordo-me de que passava horas olhando o céu,  seja sentada na janela mais alta, ou quando deitava no chão da sala e sentia a luz clara do sol que tomava a casa inteira, ou observava as estrelas enquanto lavava a louça por uma janela que ficava de frente a pia, ou mesmo quando me sentava no quintal. Essas lembranças estariam quase apagadas e esquecidas, se não fosse a leve brisa para reanimá-las.
 Agora, como a maioria das pessoas, vivo em uma casa tão pequena e abafada que mais parece um apartamento. Abro a janela e dou de cara com um muro. Muros e mais muros nos cercam. Para ver o céu, tenho que praticamente sair na rua. Pior de tudo é que eu mal saio; quando saio sempre encontro um sol fervente pra me dar as boas-vindas. Odeio o sol. Odeio o sol. Odeio o sol. Ele queimou meu braço e me deixou com duas cores. Talvez eu não odiasse quando era pequena, não me lembro. Talvez eu gostasse dele. Talvez porque o sol não fosse tão quente assim naquela época. Eu definitivamente deveria sair mais no fim de tarde, relembrar os velhos tempos. Talvez haja mais memórias enfraquecidas em mim. Talvez eu precise de apenas mais mil ou dois mil pôr- de-sois para reanimá-las.
 Fim de tarde. Magia no céu. Aquarela misturada. Nuvens brincam de se fantasiar de rosa, laranja e lilás. Fim de tarde, melhor hora que há.
 Sinto falta da brisa, sinto falta do céu, sinto falta de um quintal grande pra brincar, de uma bicicleta pra andar, de uma expansão azul para observar, do anoitecer, da luz amarelada de uma varanda velha pra passar o tempo jogando conversa fora. Realmente sinto falta da brisa. Sinto falta do vento e de qualquer coisa que me bata e que me toque para me fazer sentir novamente viva.
 Sinto falta de me sentir viva.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Na casa da Lana Del Rey

 Genteeem! Sonhei que fui pra casa da Lana Del Rey- Na realidade, ela deve uma mansão... UMAS mansões! Mas sonhei com uma casa-, batemos o maior papo, ela era super legal. HAHA ACHO QUE TÔ PIRANDO. Tirei um monte de fotos com ela e tínhamos muito em comum. HAHAHAHAHAHA MORRI-ME! Ela me convidou pra ir lá noite que vem! Uhu.

Cada coisa... Aproveitando o momento fã histérica, vamos curtir alguns sucessos da diva:


Ok... Os clipes e as letras dela são meio loucos.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Sonho da Jade- Ovo podre em um barbante

 "A mãe da minha amiga disse que foi assaltada, dois dias depois sonhei que eu tava voltando da escola, subindo a rua e quando virei uma esquina vi um garoto muuuito branco, com o cabelo suuuper preto; ele tava me encarando e notei que ele tinha algo no bolso e desconfiei que era uma arma. Quando passei pelo garoto, ele colocou a arma na minha cintura e disse que era pra eu ir pra casa e pegar um barbante com um ovo podre pendurado, que ele estaria me esperando na porta de casa e que se não fizesse iria me matar. Quando subi em meu apartamento, pensei em contar para meus pais, mas fiquei com medo e fiz o que ele pediu. Quando desci, encontrei o menino; ele colocou a arma na minha cintura e dei o ovo podre pra ele. Ele disse que agora teria que subir e colocar uma batata podre pendurada em um barbante. Quando estava descendo com a batata, ele estava gritando meu nome sem parar, mas quando acordei era minha mãe me chamando."

COMO ASSIM?? OVO PODRE? OVO PODRE NUM BARBANTE? COMO ASSIM, JADE?
Se interna.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Sonho da Jade

Jade teve um sonho e narrou:
"Você e eu matamos aula pela primeira vez; quando bateu o sinal nós não entramos. O Vinicius nos levou para uma sala da escola que estava cheia de gente, todos estavam se preparando pra dançar e no fundo da sala tinha uma TV enorme. Do nada o Vinicius começou a dançar SUPER BEM.
 Começou a escurecer e eu disse: 'Temos que voltar pra sala senão a professora vai perceber', e você respondeu: 'Nem começou Carrossel!', 'Nós vamos ficar com problemas'. Então voltamos escondidas para a classe e do nada você virou o Victor. Você virou um homem! Quando estávamos tentando entrar escondidas, um professor substituto lindo nos viu e ficou muito bravo, brigou com a gente e eu estava com cara de choro e fiquei olhando pra você... Ou pro Victor."

Jade... Jade... Seus sonhos são incríveis e reveladores. Como assim eu sou um homem? 

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Noel vale a pena?

 Entrevista com Papai Noel |

 Sempre fui muito comunicativa. Amo  conhecer pessoas novas,  fazer amizade. Mas nunca pensei em entrevistar alguém... Acabou dando certo.
 Neste sábado, 15/12, fomos ao shopping, minha amiga Jade e eu (Ela é a amiga que eu citei no post sobre amizade. O post acabou dando certo). Nós adoramos ir ao shopping pra fazer "nada"; ficamos só andando, conversando... Não aguentei de dor nas pernas depois de três horas em cima do salto. Uma dica: NUNCA VÃO AO SHOPPING DE SALTO ALTO! Eu sou retardada, sou exceção. Minha mãe disse pra eu não ir de salto, mas a anta aqui quis sentir um pouco de dor. Meus pés não estavam roxos, estavam PRETOS!!! Mesmo assim, tive que aguentar umas 6 horas em cima do salto. Sim, ficamos SEIS horas no shopping fazendo absolutamente nada. Passamos fome, frio, dor... Que exagero.
 Mas o dia não foi totalmente em vão, nós fomos para o último andar e nos deparamos com um homem vestido de vermelho e usando uma barba falsa. Jade disse pra eu sentar no colo dele, eu, obviamente, me sentei do lado dele e comecei a conversar sobre o seu emprego.
 Ele me disse que cinco já morreram nessa profissão de AVC, pois passam muito calor, mesmo debaixo do ar condicionado do shopping. "Um colega nosso teve AVC ontem, no Ribeirão Shopping. Ele era um dos mais velhos". Disse que já estava todo suado, e eu encostei na peruca dele, que estava molhada. "Esse ano, entrei com 129 kg, e agora, um mês depois, estou com 119 kg".  Quando ele era jovem, aguentava 6 horas sentado, agora mal aguenta as 5- pois o trabalho é muito desgastante. Ele também está tomando remédio para alergia, porque a barba e a peruca pinicam muito. Só de conversar com ele, meu nariz pinicou sem parar. Não podem comer, nem beber muito para não sentirem vontade de ir ao banheiro. Perguntei quanto ele ganha por dia, ele respondeu que era 97 ou 100 reais. Ele tem emprego em outro lugar, portanto esse era um bico. 
 Ele contou que tem um filho de 17 anos e que muitos anos atrás, começou a trabalhar como Papai Noel por necessidade, agora ele faz por prazer. Perguntamos qual foi o pedido mais marcante que já fizeram pra ele, ele respondeu: "São muitos pedidos emocionantes. Algumas crianças vem aqui e me pedem brinquedos de última geração, que eu nem sabia que existia, outros pedem coisas tão simples. Um dia, uma menina me pediu uma caixa d'água e um espremedor de suco, porque ela gostava muito de tomar banho mas não tinha caixa d'água em casa... Isso não é pedido de criança, é necessidade", disse ele com lágrimas nos olhos, "Nós demos um jeito de dar a caixa d'água e o espremedor de suco para a menina". Contou que o trabalho é muito exaustivo, e já perdeu muitas ocasiões em que podia estar com a família reunida. Ele também sai de carro distribuindo presentes no final do ano.
 Umas crianças começaram a chegar perto, e para não atrapalhar o Noel, dei licença. Ele me ofereceu balas, mas eu disse: "Guarde para as crianças!"
 Esqueci de perguntar o nome dele, mas acho que se ele tivesse me dito, eu não colocaria por privacidade. Este foi, com certeza, o Papai Noel mais simpático que já conheci. Desejei á ele felicidade e muita saúde... Pois o emprego dele não é nada fácil e seguro.
 Será que esse emprego vale a pena?

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Meu livro "Just close your eyes".

Confiram o post anterior, e saibam tudo sobre o meu livro: "Just close your eyes".
Sinopse, desenhos dos personagens e o que me inspirou a escrever.
Também acesse o site e confira a história emocionante de Lexi em todos os capítulos, e a galeria de fotos das cenas.



Clique nas fotos para ampliá-las.




Essas três lindas fotos* me inspiraram muito- achei o cenário e a modelo perfeitos para o livro-, por isso escolhi ela para representar a Alexia no livro que escrevi. No desenho que fiz dos personagens (como eu os imaginava), tentei transparecer a modelo dessas fotos- mas como eu não estava olhando, creio não ter ficado tão parecido.
*Fotos Elena Kalis, uma mais incrível que a outra. Confiram!

sábado, 24 de novembro de 2012

Just close your eyes- Meu livro e desenho das personagens.

Oi, pessoas!
Lembram que eu tinha dito aqui no Blog que eu já escrevi um livro? Comecei a escrever nas férias de Julho de 2011, porque estava sem internet (Só assim pra você querer escrever alguma coisa. Brincadeira!) e muito inspirada após ler os três primeiros livros da série Fazendo meu filme (que eu já falei muito aqui) e o livro que a sócia do Blog, Cassy, escreveu (Monster, muito bom! Leiam! (Vou fazer um post sobre ele depois)). Comecei escrevendo sobre um sonho que eu tive. Afinal, quem não sonha acordar em uma mansão nos EUA e encontrar um garoto perfeito? Mas depois eu tive que prosseguir com a história e criar, isso foi meio difícil.
Meu livro não é muito bom , mas tenho muito orgulho dele. Ele só tem 7 capítulos, foi tudo o que consegui pensar... sonhar...
Recentemente comecei a escrever um pouco sobre minha vida, meus sentimentos e pensamentos, minhas experiências e histórias vividas. E, vai por mim, isso é muito mais difícil do que criar algo. Escrever é uma experiência incrível, emocionante e deliciosa- todos deveriam provar isso.

Sinopse

Lexi acorda em um mundo totalmente diferente do dela. Muito assustada, tenta descobrir como foi parar ali. Mas ao explorar aquele mundo novo, passa a conhecer pessoas incríveis que mudarão sua vida para sempre.
Depois de muito sofrimento, Lexi conheceu o verdadeiro amor. E quando isso aconteceu, ela abriu os olhos.


Bom, vou falar um pouco sobre meu livro. Uma música que me inspirou muito quando estava escrevendo foi Paradise do coldplay, sempre colocava pra tocar quando estava relendo e corrigindo. E a tradução tem tudo a ver com a história, impressionante:

Paraíso

Quando ela era apenas uma garota
Ela esperava o mundo
Mas este escapou de seu alcance
Então ela fugiu em seu sono

E sonhava com o para-para-paraíso
Para-para-paraíso
Para-para-paraíso
Toda vez que ela fechava seus olhos

Ooohh

Quando ela era apenas uma garota
Ela esperava o mundo
Mas este escapou de seu alcance
E ela capturou as balas com seus dentes

A vida continua,
E fica tão pesada
O esforço é vão
Cada lágrima, uma cachoeira
Na noite, a noite de tempestade
Ela fechará seus olhos
Na noite
Na noite tempestuosa
Para longe ela voaria

E sonhos com o para-para-paraíso
Para-para-paraíso
Para-para-paraíso
Whoa-oh-oh oh-oooh oh-oh-oh

Ela sonharia com o para-para-paraíso
Para-para-paraíso
Para-para-paraíso
Whoa-oh-oh oh-oooh oh-oh-oh

La-la-la-la-la

E assim por debaixo dos céus tempestuosos
Ela dizia: ''oh, ohohohoh
Eu sei que o sol deve se pôr para levantar"

E então debaixo daqueles céus tempestuosos
Ela diria oh-oh-oh-oh-oh-oh
Eu sei que o sol deve se pôr para levantar

Isto poderia ser o para-para-paraíso
Para-para-paraíso
para-para-paraíso
Whoa-oh-oh oh-oooh oh-oh-oh

Isto poderia ser o para-para-paraíso
Para-para-paraíso
Isto poderia ser o para-para-paraíso
Whoa-oh-oh oh-oooh oh-oh-oh

Just close your eyes foi o nome que dei ao livro recentemente (era outro nome).Toda vez que eu lia, vinha á minha cabeça o trecho da música Safe and Sound da Taylor Swift (trilha sonora de Jogos Vorazes):
Just close your eyes                               Apenas feche seus olhos,
The sun is going down                               O sol está se pondo.
You'll be alright                                          Você vai ficar bem,
No one can hurt you now                           Ninguém pode feri-lo agora.
Come morning light                                    Venha luz da manhã,
You and I'll be safe and sound                   Você e eu vamos estar são e salvos.

Eu gosto de imaginar como são as personagens dos livros que leio (já desenhei as personagens da série Fazendo meu filme, com base nas características e personalidade de cada uma, e até fui elogiada pela autora), por isso desenhei como eu imagino as do meu livro. Veja como ficou:



  • Alexia é a personagem principal.
  • Senhora Whitte é avó de Alexia (Lexi).
  • Sophie é prima de Lexi.
  • Maggie é a cachorrinha de Alexia.
  • Josh é o melhor amigo de Alexia.
  • Josh quando ficar adulto.
  • Alexia quando ficar adulta.
  • Dulce, a empregada e amiga de Alexia.
  • Alexia jovem.

Obs.: Você entenderá porque começa com a Alexia na fase adolescente/adulta e termina como criança quando ler o livro.

Notaram alguma semelhança entre o desenho da cachorrinha do livro com a minha? Além do nome e a raça (shitzu), desenhei a cachorrinha olhando a minha. Veja a semelhança.



Eu sei que o rosto de Sophie (segunda) ficou feio. Eu fui fazer a sombra do olho/nariz com caneta e ficou meio estranho. Bom... fazer oquê?








Se quiser ler, acesse o Blog do meu livro e confira não só os capítulos, mas também a Galeria de fotos do livro*:  http://livro-dream.blogspot.com.br/
*Separei várias fotos que lembram ou mostram as cenas da história. Mas só veja a Galeria de fotos se você já leu o livro, para não estragar o final.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Melhor fase

 Quando a gente é criança, a gente quer crescer desesperadamente. Dar o primeiro beijo, poder ter amigos, um sutiã, ser mais alto, poder ir em festas.
 Acreditamos que tudo é tão bom e perfeito, que é chato e desnecessário ser criança. O tempo implacável passa, e enfim crescemos.
 Hoje somos adolescentes. Podemos beijar, podemos sair, namorar.. Podemos o mundo todo, mas nada se compara a ser criança.
Nós sorríamos de verdade, sem precisar fingir- porque dói demais. Podíamos abraçar nossos pais antes de dormir, e dizer que estávamos com medo, sem nenhuma vergonha. As amizades eram sinceras; os amores, passageiros. Você nunca se decepcionava e as coisas passavam no dia seguinte. Quando se é criança, se pode correr a vontade; ser alto, baixo, gordo, magro, feio ou bonito - ninguém te julgava, nem te impunha nada. As dores eram curadas com um simples beijo.
E se a gente soubesse... Se a gente soubesse como a vida seria depois que, enfim, crescêssemos, nós escolheríamos ter ficado na infância para sempre.

Giovanna Guimarães

  A pureza de uma criança, a inocência desse pequeno ser, ilumina a vida de qualquer um. Quando diziam para eu aproveitar aquela época pois seria a melhor da minha vida e passava muito rápido eu pensava: "Que passe logo, então". Sempre fui muito precoce, sempre quis ser adulta antes do tempo.

 Adolescência também é uma fase boa- tirando as espinhas que parecem ser infinitas e o humor instável-, poder viver novas experiências e aprender a fazer escolhas que mudarão nossa vida para sempre é algo maravilhoso. A adolescência é boa, mas não deixa de ser complicada; é nessa época que você começa a se "descobrir", decidir do que gosta e do que não gosta, aprender a fazer amigos, ter seu próprio "grupinho". Viver experiências inusitadas pode ser meio assustador, afinal, tudo o que é desconhecido dá medo- isso é da natureza humana.
 Ter momentos inesquecíveis, amizades que parecem ser pra sempre, conversas sem sentido, risadas sem motivo- Tudo aquilo que fica marcado na adolescência. Sonhar acordado, pensar que o mundo é bom, sorrir sem graça, olhar perdido, sonhar com o primeiro beijo, pensar que o planeta Terra é feito de chocolate e algodão doce- e realmente sentir isso. Mas o tempo não para, o relógio não perdoa, e as coisas continuam mudando- como tem que ser. 
 Você cresce mais um pouco e vê que o mundo que você sonhava ser doce é, na verdade, repleto de guerras, doenças e sofrimento. As pessoas não são tão boas assim, infelizmente; e começa a perceber que não pode confiar em todos. Tudo não passou de um sonho. Você já não é mais uma criança, o mundo não te tratará mais como criança.
 Agora você cai na real de que tudo pode acontecer. Pensar no futuro, ver o que você quer fazer da vida. Mas então você finalmente se torna um adulto, completa seus 18 anos, agora pode fazer de tudo, dirigir, ser preso. E por mais assustador que seja crescer, você tem que aceitar isso. (...) 
 A vida é muito mais do que uma linha do tempo cronometrada; crescer é diferente de desenvolver; viver vai além de crescer. Você tem que fazer escolhas, amadurecer com seus erros- Mas se sabe que uma coisa é errada, você não precisa fazer pra sentir na pele as consequências. "Não é preciso colocar a mão no fogo para saber que queima"; nós vemos os exemplos ruins e evitamos.
 Viver é simplesmente aprender a conviver com problemas, e com mudanças- pois a vida muda constantemente.
Palloma Beatriz Fialho Damas.



















Nossa única obrigação era brincar.