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terça-feira, 20 de agosto de 2013

Aquilo por que vivi

Três paixões, simples, mas irresistivelmente fortes, governaram-me a vida: o anseio de amor, a busca do conhecimento e a dolorosa piedade pelo sofrimento da humanidade. 

Tais paixões, como grandes vendavais, impeliram-me para aqui e acolá, em curso, instável, por sobre o profundo oceano de angústia, chegando às raias do desespero. 

Busquei, primeiro, o amor, porque ele produz êxtase – um êxtase tão grande que, não raro, eu sacrificava todo o resto da minha vida por umas poucas horas dessa alegria. Ambicionava-o, ainda, porque o amor nos liberta da solidão – essa solidão terrível através da qual nossa trêmula percepção observa, além dos limites do mundo, esse abismo frio e exânime. Busquei-o, finalmente, porque vi na união do amor, numa miniatura mística, algo que prefigurava a visão que os santos e os poetas imaginavam. Eis o que busquei e, embora isso possa parecer demasiado bom para a vida humana, foi isso que – afinal – encontrei. 

Com paixão igual, busquei o conhecimento. Eu queria compreender o coração dos homens. Gostaria de saber por que cintilam as estrelas. E procurei apreender a força pitagórica pela qual o número permanece acima do fluxo dos acontecimentos. Um pouco disto, mas não muito, eu o consegui. 

Amor e conhecimento, até ao ponto em que são possíveis, conduzem para o alto, rumo ao céu. Mas a piedade sempre me trazia de volta à terra. Ecos de gritos de dor ecoavam em meu coração. Crianças famintas, vítimas torturadas por opressores, velhos desvalidos a construir um fardo para seus filhos, e todo o mundo de solidão, pobreza e sofrimentos, convertem numa irrisão o que deveria ser a vida humana. Anseio por afastar o mal, mas não posso, e também sofro. 

Eis o que tem sido a minha vida. Tenho-a considerado digna de ser vivida e, de bom grado, tornaria a vivê-la, se me fosse dada tal oportunidade.
Bertrand Russel.

sábado, 17 de agosto de 2013

Dancinha do Renato Russo

 Infecção de garganta. Gripe. Dor nas costas, braços, pernas e pescoço.
 Assim se resume a minha última semana.
 Ontem dancei tanto Coldplay que mal consegui levantar de manhã por dor nas costas- É, estou ficando velha...
 Como é que se dança Coldplay? Sei lá, eu fui metendo a louca, imitando a dancinha do Renato Russo nos palcos. Deu no que deu, né? Dor insuportável.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Diferentes camas

21 de abril de 2013.
 Não quero sair da cama. Aqui parece o melhor lugar do mundo agora. Os pobres raios que refletem da janela e tomam o quarto é tudo o que consigo ver. Nada passa pela minha mente, nenhum pensamento e isso é bom. Depois de uma semana difícil, cheia de tribulações, estar com a mente vazia é a melhor coisa que há.
 Não estou pronta pra me levantar, mais uma vez, e aguentar mais um dia cheio. Meu corpo está pesado, cada movimento é um sacrifício. Ouso olhar para o relógio que está sobre meus pés. "Já é meio dia", penso, "Passei uma eternidade aqui e passaria novamente".
 Tem um mundo lá fora. Vidas, pessoas, sentimentos e emoções lá fora. Não ouso abrir a porta. Esses sentimentos irão me derrubar. Não me movo. A porta permanecerá trancada.

15 de agosto de 2013.
 O mundo inteiro desaba lá fora. Tanta coisa mudou em tão poucos meses. Tudo o que eu mais quero agora é ficar deitada ouvindo Legião Urbana. Calaria a boca da multidão... Mas não há multidão. Não há mais ninguém.
 Vidas, pessoas e sentimentos lá fora? Talvez não haja nada. Assim como aqui não há nada além de uma cama. Não me importo mais com a multidão.
 O quão ridícula eu posso ser? Estou me surpreendendo ultimamente. Leio coisas e interpreto outras.
 Eles nunca lerão isso, acredite. E por mais que eu os ame, nunca compreenderão o motivo de eu me importar tanto.
 Está tudo bem. Esses sentimentos não irão me derrubar como no outro texto, escrito em abril. Esses sentimentos não me afetarão, porque não há sentimentos.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Humanidade

Eu gostaria de sugar toda a dor da humanidade. Basta um sofrendo. Basta um perecendo.
O sofrimento alheio não te cansa, desespera?
Por mais que eu deseje isso, por mais que eu ame as pessoas, nunca sei as palavras certas para usar... Para arrancar um pouquinho da dor.
Um deles respondeu:
" As pessoas precisam aprender com essa dor. Você está vendo isso como uma obrigação.
Você tem apenas que ajudá-las a superar isso. Aposto que ficariam mais felizes
assim como quando você acaba de ler um livro- você fica feliz por si mesmo."
O outro respondeu:
" Sim, eu faria diferente. Acabaria com a humanidade.
Pode parecer muito radical, mas sem humanidade não haveria sofrimento nem maldade."
Haha Pessoas muito diferentes, não? Ambas estão erradas.
Pessoas não precisam sofrer para aprender. Não é preciso colocar a mão no fogo para saber que queima- porém alguns insistem em fazê-lo. Acabar com a raça humana não resolveria o problema, tanto porque isso é impossível. Não será permitido, acreditem em mim.
Minha opinião? Este mundo tem solução. Porém isso só será possível sob domínio de outro governo.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Fotos aleatórias que esqueci de postar



                                            Como completar 15 anos com estilo:
No dia em que completei 15 anos, fomos no shopping Jade, minha mãe, irmão e eu. Nem percebi que estava vestida como uma mendiga. Só me lembro que quando entramos no shopping pela Leroy Merlim eu vi um moço puxando um carrinho, e todos os outros carrinhos estavam amarrados neste. Pensei que ele não tinha percebido e o alertei: "Moço, moço, tá indo todos s carrinhos!" E ele respondeu: "Eu sei". Ele trabalhava ali. '-' Todas as atendentes dos caixas começaram a rir de mim. Eu disse brava: "Como eu ia saber se ele não usa uniforme?" Ótimo modo de começar o dia!


                                         Burger King tava fedendo pra caramba!
Neste dia, fomos meu irmão e eu ao shopping. Tava frio pra caramba. Demos uma olhadinha nos filmes em cartaz e eu berrei que estava louca pra assistir "Minha mãe é uma peça", mas ele disse que deveria ser uma droga por ser filme nacional. Eu garanti que ele ia gostar, mas ele rebateu que estava muito tarde; a próxima sessão começaria 23:15h. Devo ter feito uma cara de dar dó, porque ele cedeu. Resultado: Ele riu mais do que eu. Quando saímos do cinema devia ser uma da manhã. O shopping estava completamente vazio. Me senti muito zika dançando pelos corredores de madrugada. Amei o filme, recomendo!
Tô sentindo que já postei isso aqui no Blog... Dejavu.







FDS em Jardinópolis

 Tenho curso aos sábados, como vocês estão cansados de saber. Nesse último, minha mãe e irmão viajaram para a casa de amigos em Jardinópolis (aqui perto), e não puderam me buscar no curso, então fui pro shopping dar uma de barata tonta, rodando sem rumo. Duas horas depois, meu irmão me buscou e disse que a Valéria me convidou pra dormir na casa deles- Valéria é essa diva aí na foto; se bem que o Léo tá muito divo e dá pra confundir-, eu não queria ir porque tava morrendo de dor no corpo. Ah, esqueci de falar onde começa essa história. Tudo começou com o tétano.
 Tomei vacina do tétano- de 15 em 15 anos-, nem doeu, mas fiz faxina que durou 2 dias e forcei meu braço, agora mal consigo levantar. Com dores terríveis no corpo me recusei a posar na casa deles, mas liguei pra Valéria e foi só ouvir a voz dela que eu mudei de ideia. Foi a maior correria. Na pressa, quase comi yakisoba durante o banho.
Chegando na casa deles- que eu não conhecia-, fui desenhar com a Bianca (A Bia é a mini-diva loira que tá dançando em uma das fotos). Ela e eu não nos desgrudamos. Quando os meninos chegaram, todos se sentaram na sala para uma rodada do jogo Show do Milhão- Uma rodada vírgula, perdemos toda hora!
 Nós até dormimos juntas na sala, mas não consegui pregar os olhos tão facilmente; acordei antes de todo mundo e fingi que tava dormindo- QUEM NUNCA?!
Valéria esqueceu o nome do Leonardo. "Qual o nome dele?", "Ah, é sobrinho."
Depois do banho, Bia e eu brincamos muuito! Maquiei ela e ela me maquiou- Eu não fiquei parecida com um panda, OK?-, fiz as unhas dela e ela fez as minhas. Depois os primos do Renato- Filho da Valéria, amigo do meu irmão-, chegaram e foi uma loucura!
 À tarde a Bia andou de patins na rua e eu e a Júlia- prima do Renato, irmã do Leonardo, sobrinha da Valéria. HAHAHAHA Vou ficar dando informações agora- acompanhamos, e fomos na casa do Léo, porque eu não conhecia. Ele tem um quarto incrível e me emprestou o livro "Diário de Anne Frank" que ele disse que não gostou.
Depois a Valéria nos levou para conhecer a cidade e paramos numa praça. Enquanto a Bia andou de patins e se arriscou no piso liso de uma igreja, Léo e eu conversamos.
 E, por fim, os meninos destruíram o casamento da Barbie. ):


Muito glamour na cena do Titanic, sqn.



Meu irmão é o japonês sorridente.

Esse é o Renato.

Só assim pra ficar do meu tamanho.

Léo e eu estudamos juntos na 5ª e 6ª série- ou não. Matei a saudade.

Doidinho.

Júlia, irmã do Léo. Super fofa, tem nada a ver com ele.


Amei conhecer a Júlia.


MELHOR FOTO DE TODOS OS TEMPOS! HAHAHA É meu plano de fundo.
Fuck you! I got the girl!

Arrasamos nessa foto↓
 Esse é o Otávio, primo dos meninos. Já conhecia ele há alguns anos. Inteligente pra caramba, ajudou a gente no Show do Milhão.

 Escrevi enquanto ouvia: Hey Jude e Help- The Beatles.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Na casa da Lana Del Rey

 Genteeem! Sonhei que fui pra casa da Lana Del Rey- Na realidade, ela deve uma mansão... UMAS mansões! Mas sonhei com uma casa-, batemos o maior papo, ela era super legal. HAHA ACHO QUE TÔ PIRANDO. Tirei um monte de fotos com ela e tínhamos muito em comum. HAHAHAHAHAHA MORRI-ME! Ela me convidou pra ir lá noite que vem! Uhu.

Cada coisa... Aproveitando o momento fã histérica, vamos curtir alguns sucessos da diva:


Ok... Os clipes e as letras dela são meio loucos.