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sexta-feira, 17 de junho de 2016

Como Eu Era Antes de Você



Olá, terráqueos! (Até parece que alguém lê isso hahaha #iludida)
 Já faz algum tempo que eu não via um filme no cinema. Senti falta disso; de estar em uma sala escura com desconhecidos, ouvir os comentários desnecessários, as risadas exageradas (na verdade, a MINHA risada exagerada) e aquele pentelho que SEMPRE senta na poltrona da frente e insiste em deixar o celular ligado e trocar mensagens durante o filme (apenas para me irritar com aquela luz). Ah, claro que não poderia me esquecer do momento maravilhoso de quando o filme acaba e eu tenho que descer as escadas me sentindo tontíssima (mais tonta que o normal?), em outro mundo, morrendo de medo de capotar e levar uma cambada comigo pro chão! Quem me conhece pessoalmente sabe o quão desastrada eu sou. :)
 Bom, não posso negar que adoro clichês e drama. E Como Eu Era Antes de Você não foi diferente. Superou minhas expectativas de uma comédia romântica, mas a história pendeu para um lado que eu não esperava. Pendeu para o meu lado mais íntimo.
 Minha mãe e eu chegamos atrasadas e infelizmente conseguimos os piores lugares, bem próximo a telona. Mas o que importa é que o filme compensou e valeu totalmente a pena.
 SPOILER
 Nós podemos tirar uma lição de cada filme. Por isso sou tão viciada em cinema e em cada história que posso me infiltrar, sem medo. Com Amélie Poulain eu aprendi que fazer o bem sem esperar nada em troca é a melhor recompensa, e que devemos apreciar os pequenos e sutis prazeres da vida; com Ruby Sparks eu aprendi que quando você quer controlar as duas pessoas em um relacionamento, acaba não sendo uma relação de verdade e desgasta qualquer um (Em outras palavras: Devemos amar as pessoas pelo que são, e não pelo que inventamos ou idealizamos delas); com Questão de Tempo eu aprendi que devemos viver cada dia como se fosse o último de nossa espetacular e comum vida (Mesmo se você pudesse viajar no tempo, a melhor escolha seria aproveitar cada instante único, pois não fazemos nada igual duas vezes). E, por fim, com Como Eu Era Antes de Você eu aprendi que... uma xícara de chá não cura qualquer coisa, nem resolve tudo. Bem que a Louisa Clark e eu gostaríamos muito que fosse simples assim.
 Eu aprendi que não há nada de errado em ser desastrada, ou positiva e espontânea, não há nada de errado em usar roupas bregas e meias calças extravagantes se isso te faz sentir bem. Não há nada de errado em ter esperança...
 A personagem Louisa Clark é extremamente cativante e real. Ela não tem medo de se expressar e se entregar plenamente ao ajudar alguém. Louisa não teme ser plena. Me senti amiga dela assim que vi seu par de sapatos ridículos (que eu com certeza pediria emprestado!).
 Quando ela se sentiu fracassada por Will Traynor não ter mudado de ideia sobre tirar a própria vida, eu sentia sua dor. A minha vida inteira eu tentei ajudar minha mãe, meu pai e agora meu irmão a serem felizes, mas aprendi que não se pode ajudar quem não aceita ajuda. E dói demaaaais ver alguém que você ama se acabando na bebida, no cigarro, na droga, na depressão, na doença. Você já sentiu algo inestimavelmente precioso escorrer das tuas mãos? Eu senti isso a minha vida inteira. Dá um nó no estômago e um vazio; você se sente inútil.
 Por isso, eu chorei. Chorei muito (mais do que imaginei que iria) na sala de cinema. E duas mulheres sentadas ao meu lado riram de mim! kkk Eu não me importei! Afinal, aprendi com Louisa que não há nada de errado em expressar seus sentimentos em público. É sinal que eu ainda tenho sentimentos.
 Odeio chorar na frente dos outros, mas não aguentei porque... Me coloquei no lugar do Will. Eu também já pensei em tirar minha vida e, nesses momentos sombrios, você não pára pra pensar nas coisas boas que perderia e deixaria pra trás.
 Você abriria mão de poder apreciar uma bela paisagem? Deixaria de contemplar um céu estrelado, ou da sensação de tocar a água, ou poder estar tão próximo de alguém que ama a ponto de sentir sua respiração? Você abriria mão do amor?
 Recusar-se a viver seria como desprezar, jogar no lixo, queimar, esmiuçar um presente valioso e único, dado exclusivamente à você!!! Claro que a escolha de cuidar e prezar este presente é sua. Mas você não mostraria gratidão pelo maravilhoso presente?
 Will Traynor abriu mão de tudo isso; dos momentos extasiantes que ele ainda poderia viver.
 Essa vida não é justa; passamos por momentos difíceis, doenças, traumas, perdemos pessoas queridas na morte. Mas sempre existe esperança. Sempre existe escolha. O problema de algumas pessoas é que simplesmente não tiveram acesso à essa esperança. Não as culpo por isso.
 Com este filme eu aprendi que devemos viver intensamente este presente maravilhoso que nos é dado- A vida! Não nos limitar, não desperdiçar tempo valioso com coisas fúteis, não nos apegar a quem nos faz mal. Só temos uma vida, e nossa obrigação é usá-la o mais plenamente, conscienciosamente e esmeradamente possível.
 Em uma das últimas e mais pesadas cenas, o casal fez uma brincadeira sobre tomar uma última xícara de chá (Já que chá é o que Loiusa sabe fazer de melhor) e, de repente, tive um clique, um estalo! Xícara de chá era a piada interna que eu fazia com um garoto especial por quem me apaixonei há pouco tempo atrás. kkk Que merda! Isso me fez chorar ainda mais.
 O que importa é que ele morreu (o Will)! kkkk
 Boa noite a todos! <3

terça-feira, 3 de maio de 2016

A Teoria de Tudo


- Professor Hawking, você já falou que não acredita em Deus. O senhor tem uma filosofia de vida que o ajude?
A caneta cai no chão e Hawking se imagina levantando da cadeira; encaminha-se até a moça, se abaixa para pegar o objeto e a entrega. Ele responde:
- Está claro que somos só uma raça mais avançada de primatas em um planeta menor que orbita em torno de uma estrela média no subúrbio de umas cem bilhões de galáxias. Mas, desde o início da civilização, as pessoas anseiam por uma compreensão da ordem subjacente do mundo. Deve haver algo muito especial sobre as condições de contorno do Universo. E o que pode ser mais essencial do que não ter limites? E não deve ter limites a atividade humana. Somos todos diferentes. Mesmo que a vida pareça ruim, há sempre algo que se pode fazer e obter sucesso! Enquanto há vida, há esperança."
Resultado: Chorei horrores.


Cena final do filme "A Teoria de Tudo". Meu Deus, chorei demais!
As cenas retrocedendo, o tempo voltando para trás, e minhas lágrimas escorrendo.
Tudo começou com um olhar. O início foi uma troca mútua de olhares. ♥


Ordem


Pintor: "Ela prefere imaginar uma relação com alguém ausente do que criar laços com aqueles que estão presentes."
Amelie: "Hum, pelo contrário. Talvez faça de tudo para arrumar a vida dos outros."
Pintor: "E ela? E as suas desordens? Quem vai pôr em ordem?"
- O Fabuloso Destino de Amelie Poulain

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Questão de Tempo


 A cena final do filme Questão de Tempo nos dá uma importante lição: Devemos viver intensamente cada dia como se fosse o último... Aproveitarmos cada segundo- com moderação e discernimento, claro.
 O estresse e os aborrecimentos do dia e dia nos fazem passar batido, ignorar momentos sutis e lindos. Momentos únicos, pois não é possível voltarmos no tempo como o protagonista do filme. Kkk
 Quando passarmos a reparar nessas singelas coisas, passaremos a dar mais valor à vida e às pessoas que nos rodeiam. ♥

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Memórias


 Já assistiram ao filme "Como Se Fosse A Primeira Vez"? Este é o meu filme favorito e perdi as contas de quantas vezes o assisti.
 Em janeiro de 2015, fiz estágio no Laboratório de Neurofisiologia e Neuroetologia Experimental (LNNE) do Curso de Verão Fisiologia FMRP/USP. Nós estudamos a interação entre epilepsia e depressão e quais áreas do cérebro são afetadas.
 Em meio a tantas experiências, como cortar e preservar cérebros de ratos para coleta de dados, eu descobri que a história do filme “Como Se Fosse A Primeira Vez” tem um fundo de verdade.
 Em uma aula, o pós-graduando Victor Rodrigues Santos, meu colega de laboratório, deu uma aula sobre epilepsia e contou uma história real de um homem chamado Henry Molaison. A vida deste rapaz é a prova do que o que aconteceu com Lucy no filme. Fiquei completamente absorta na aula.

 Quando Henry Molaison (hoje amplamente conhecido como HM) rachou o crânio em um acidente, ele começou a desmaiar e ter convulsões. Em uma tentativa de curá-lo, cirurgião temerário Dr. William Skoville removido hipocampo do HM. Felizmente, isso fez cessar as crises convulsivas - mas também sua memória de longo prazo! Sam Kean, através deste caso médico surpreendente, detalhando tudo HM nos ensinou sobre o cérebro e a memória.
 Em 1 de setembro de 1953, William Scoville usou uma maquina com uma serrinha barata para cortar o crânio de um jovem e remover partes vitais do seu cérebro, sugando-as por um tubo de metal. Não era uma cena de um filme de terror ou de uma repugnante noticia policial. Dr. Scoville foi um dos mais renomados neurocirurgiões de seu tempo, e o jovem Henry Molaison, o famoso paciente conhecido como “H.M.”, cujo caso trouxe percepções surpreendentes quanto ao funcionamento do cebrebro.
 Quando garoto, Henry havia fraturado o crânio em um acidente e logo começou a ter ataques, desmaios e perda de controle de funções corporais. Depois de anos de episódios frequentes e de abandonar o colégio, o jovem desesperado procurou o Dr. Scoville, um médico destemido notabilizado pelas cirurgias arriscadas.
 A lobotomia parcial foi usada por décadas pra tratar pacientes com problemas mentais crendo que as funções mentais tinham uma localização exata em determinadas áreas do cérebro. Tendo tido sucesso com esse procedimento em reduzir ataques psicóticos, Scoville decidiu remover o hipocampo de H.M., uma parte do sistema límbico que era associada à emoção, mas cuja função era desconhecida.
 A operação parecia ter sido bem sucedida. Os ataques de H.M. praticamente desapareceram sem nenhuma mudança de personalidade e houve ate o aumento dO seu QI. Mas havia um problema: sua memoria estava comprometida. Além de perder a maior parte de suas lembranças da década anterior, H.M. era incapaz de formar novas, esquecendo em que dia estava, repetindo comentários, e até fazendo varias refeições seguidas.
 Quando Scoville informou os resultados a outro especialista, Wilder Penfield, este enviou uma estudante de pós-graduação, Brenda Milner, para pesquisar H.M. na casa de seus pais, onde ele passava seus dias dedicado a tarefas estranhas, e assistindo filmes clássicos, muitas vezes seguidas, como se fosse a primeira vez. O que ela descobriu por meio de uma série de testes e entrevistas, trouxe uma grande contribuição não só para estudar a memoria; mais do que isso: redefiniu o que é memória.
 Uma das descobertas de Milner pôs em evidencia o fato óbvio de que embora H.M. não pudesse formar novas memorias, ele ainda retinha informações suficientemente longas, de momento a momento, para concluir uma sentença ou achar o banheiro. Quando Milner lhe dava um número ao acaso, ele conseguia lembrá-lo por 15 minutos, repetindo-o constantemente para si mesmo. Mas apenas alguns minutos depois, ele esquecia o teste que tinha sido feito. Os neurocientistas acreditavam que a memória fosse monolítica, quer fosse uma coisa igual e armazenada por todo o cérebro. Os resultados obtidos por Milner foram o primeiro indicio da diferença entre as memorias de curto a longo prazo; mostraram também que cada uma delas usa regiões diferentes do cérebro.
 Hoje sabemos que a formação de memória envolve várias etapas. Após os dados sensoriais imediatos terem sido temporariamente transcritos pelos neurônios no córtice, eles vão para o hipocampo, onde proteínas especiais fortalecem as conexões sinápticas corticais. Se a experiência tiver sio muito intensa, ou se nós a recordamos periodicamente nos primeiros dias, o hipocampo, então, a transferirá de volta ao córtice para guardá-la permanentemente. A mente de H.M. podia criar as impressões iniciais, mas sem um hipocampo para realizar a consolidação de memória, elas eram apagadas, como mensagens rabiscadas na areia.
 Mas essa não foi a única diferença que Milner descobriu. Num experimento que ficou famoso, ela pediu a H.M. pra desenhar uma terceira estrela no estreito espaço entre os contornos de duas outras concêntricas e só poderia ver seu papel e lápis através de um espelho. Como qualquer um, ele realizou essa tarefa de forma desajeitada pela primeira vez. Seu desempenho foi horrível. Surpreendentemente ele melhorou ao longo de tentativas repetidas, embora não se lembrasse das tentativas anteriores. Seus centros motores inconscientes lembravam do que a mente consciente havia esquecido. O que Milner descobriu é que a memória explícita de nomes, datas e fatos e diferente da memória procedimental, de andar de bicicleta ou assinar seu nome. Sabemos agora que a memória procedimental reside mais nos núcleos da base e cerebelo, estruturas que estavam intactas do cérebro de H.M. A distinção entre “saber que” e “saber como” fundamentou, desde então, todas as pesquisas sobre memória.
 H.M. morreu com 82 anos depois de uma vida tranquila em uma casa de repouso. Ao longo dos anos, ele foi examinado por mais 100 neurocientistas, o que fez de seu cérebro o mais estudado de toda a história. Depois de sua morte, seu cérebro foi preservado e escaneado, antes de ser cortado em mais de 2.000 fatias e fotografado para compor um mapa digital que desce ao nível de neurônios individuais, tudo em uma apresentação ao vivo, vista por mais de 400.000 pessoas.
 Apesar de H.M. ter passado sua vida esquecendo as coisas, ele e suas contribuições para o nosso entendimento da memória serão lembrados por gerações futuras.

Pode ser difícil reconhecer as causas e os efeitos da amnésia. Para uma pessoa, ela pode apagar alguns minutos de memória. Para outra, como Clive Wearing, uma vida inteira pode desaparecer. Dessa forma, além de definir a amnésia pela causa - lesão cerebral ou trauma psicológico - os médicos caracterizam a amnésia pelo tipo das memórias perdidas.
A amnésia retrógrada é a incapacidade de se lembrar do passado. A amnésia anterógrada é a perda da habilidade de criar novas memórias e absorver novas informações.
A amnésia anterógrada, a mais comum das duas, está associada à lesão no hipocampo. Com ela, não é possível transformar novas informações sensitivas em memórias de longo prazo. Por exemplo, a perda de consciência induzida pelo álcool é um tipo de amnésia anterógrada neurológica. O excesso de álcool impede que as vias neurais no cérebro formem novas memórias enquanto estão intoxicadas. As pessoas que sofrem de perda de consciência podem falar e interagir normalmente, mas na manhã seguinte não se lembrarão de nada.
A amnésia retrógrada ataca primeiro as memórias mais recentes. Quanto mais grave o caso, maior a extensão da perda de memória. Esse padrão de destruição das memórias mais novas antes das antigas é chamado de lei de Ribot. Isso acontece porque as vias neurais das memórias mais novas não são tão fortes quanto as mais antigas, fortalecidas por anos de recuperação. A amnésia retrógrada geralmente segue uma lesão nas áreas do cérebro além do hipocampo, pois as memórias de longo prazo são armazenadas nas sinapses de diferentes regiões cerebrais. Por exemplo, a lesão na área de Broca, que armazena as informações da linguagem, provavelmente causaria perda de memória relacionada à linguagem.
Com as amnésias retrógrada e anterógrada, é importante entender que a memória das pessoas que normalmente é perdida é a memória explícita, ou episódica. Os pacientes com amnésia mantêm sua personalidade e identidade, além de sua memória implícita, ou processual. Isso porque sua coordenação motora e suas memórias físicas instintivas - como andar de bicicleta - são armazenadas separadamente de suas memórias episódicas. O hipocampo processa inicialmente os dois tipos, mas as memórias episódicas seguem para o córtex, enquanto as memórias processuais vão para o cerebelo. É por esse motivo que Clive Wearing ainda consegue tocar piano (memória implícita), mas provavelmente não pode descrever que peça de música tocou (memória explícita).
Cristen Conger

Há duas maneiras pelas quais o cérebro adquire e armazena informações: a memória de procedimento e a memória declarativa. Essas duas formas divergem tanto no que diz respeito aos mecanismos cerebrais envolvidos, como nas estruturas anatômicas.
A memória de procedimento (também chamada implícita) armazena dados relacionados à aquisição de habilidades mediante a repetição de uma atividade que segue sempre o mesmo padrão. Nela se incluem todas as habilidades motoras, sensitivas e intelectuais, bem como toda forma de condicionamento. A capacidade assim adquirida não depende da consciência. Somos capazes de executar tarefas, por vezes complexas, com nosso pensamento voltado para algo completamente diferente.
Drauzio Varella


 Sempre que passava o filme “Como Se Fosse A Primeira Vez” na televisão, eu assistia. Até que um dia eu o comprei para saciar o meu vício. O interessante é que eu nunca me enjoei dele. A história é extremamente romântica e dramática. Quem não gostaria de ter alguém disposto a te conquistar todos os dias? A te fazer se apaixonar todos os dias? Só de pensar, faz meu coração palpitar.
 Fiquei fascinada pela história de Henry Molaison. Imagine como seria se todas as suas memórias fossem apagadas toda noite enquanto você dorme? Eu me sentiria devastada, presa em um labirinto sem saída. Eu nunca mais poderia ler um livro, aprender novas histórias, adquirir novos conhecimentos, pois eles se desintegrariam. Jamais poderia fazer faculdade, assistir a novos filmes, pois não me lembraria de nada. E pior de tudo, deletaria todos os momentos doces que poderia passar com minha família e pessoas que amo. Essa ideia é sufocante demais.
 Sinto um arrepio na espinha só de pensar que um filme que foi tão marcante pra mim desde a infância, passou a ter um significado ainda mais especial. Quão grande foi a coincidência que me apresentou o relato de vida que foi a essência desse filme.


Palloma Beatriz Fialho Damas

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Jovens refilmam ToyStory com bonecos reais e viram notícia no mundo

Fãs de Toy Story não vão acreditar nessa história: dois adolescentes americanos, do Arizona, tiveram uma ideia aparentemente absurda: refilmar a animação Toy Story, de 1995, usando brinquedos de verdade. Jonason Pauley tinha 17 anos e Jesse Perrotta, 18 quando começaram.
Depois de três anos, eles finalmente conseguiram finalizar o projeto chamado de Live-Action Toy Story Project e postaram a refilmagem no Youtube, que foi autorizada pela Pixar que reconheceu a grande homenagem. Eles contaram com ajuda de amigos da igreja e fizeram as gravações nos sábados, dia que todo mundo tinha livre. Para produzir o longa, que reproduz o desenho do início ao fim, quadro a quadro, os meninos usaram várias técnicas: animação stop-motion, fantoches e efeitos visuais. E – merecidamente – viraram notícia no mundo todo.


GENTE, CAÍ PRA TRÁS! DESMAIEI!!!!!!! OMG! O TRABALHO DESSES GAROTOS É IMPRESSIONANTE. ELES REFILMARAM TOYSTORY INTEIRO!!!


terça-feira, 17 de junho de 2014

3x ♥

 Assisti "A Culpa é das Estrelas" três vezes. Duas vezes dublado, uma vez legendado. Amei, amei e amei! Chorei em todas as sessões! ♥
 Se ainda não foram, recomendo que se apressem, pois, pelo visto, sairá de cartaz nesta quarta-feira (18/06).

terça-feira, 10 de junho de 2014

sábado, 7 de junho de 2014

Jade


- É sempre escuro pro Isaac.
- Cara, eu não sou surdo. Apenas sou cego. Então, eu posso ouvir quando você tirar sarro da minha deficiência e eu gosto disso.

A menina que chorava
O amigo que tentou
O menino que... deixou sua marca no mundo.
 

sexta-feira, 6 de junho de 2014

OK? OK!


 Acabei de assistir ao filme; tô chorando até agora. É indescritivelmente lindo. Fiel ao livro, porém a experiência é diferente. Chorei muito mais no filme do que no livro. Isso porque vi aquelas personagens com vida, com dor, com sentimentos. Eu realmente pude senti-los.
 Fui quem mais chorou no cinema. Fiquei tremendo descontroladamente durante toda a sessão- espero que ninguém tenha reparado- de emoção. Saí de lá parecendo um zumbi- com olhos vermelhos e inchados.
 Durante o filme, estava tão emocionada que nem acreditei que realmente estava assistindo. Esperei durante meses.
 Quando a telona escureceu, e os soluços permaneceram, caminhar até a saída foi um desafio. Isso sempre acontece comigo- fico tontinha quando saio do cinema; ao descer as escadas, pareço estar em transe.
 Foi incrível. Incrível.
 Voltei pra casa ouvindo a trilha sonora que havia baixado em meu celular.

domingo, 17 de novembro de 2013

Decoraçãozinha do quarto- Jogos Vorazes

Meu quarto antes

Meu quarto depois


Nem deu pra reparar como eu amo lilás, né? kk
Paredes, cortinas, guarda roupas, cadeira...
Ah, lembrando que retiramos minha cama desse quarto; agora só troco de roupa e desenho aí.
Trilogia maravilhosa e meu medalhão de tordo que acabei de ganhar.











"Mostre-lhes como você é bom".

Mouse pad que ganhamos de brinde da Cinépolis, assim como os dois posteres.



Em meio às chamas

Quem aí foi na estreia de Em Chamas- 15/11? Eu fui!!!
Se aqueles que não leram a trilogia de Jogos Vorazes foram acompanhar a sequencia, imaginem como eu- que li e amei- fiquei ansiosa. Sou fã assumida e viciada na narrativa cativante de Suzanne Collins. Apenas por pura preguiça não terminei o último livro- A Esperança- que será dividido em duas partes e terá lançamento em 2014 e 2015.
Aguardei o ano todo por este dia. Dentro da sala escura, com o coração disparado e lágrimas nos olhos vi as cenas que li e que mais me marcaram. A sensação de acompanhar tanto a obra literária quanto a cinematográfica é incrível, pois já me sentia familiarizada com as personagens e o contexto da história. Enquanto as cenas se passavam diante dos meus olhos, era como se eu já tivesse visto aquilo antes, de uma forma um pouco diferente, pois tinha imaginado.
Sempre me arrepio quando ouço aquele assobio. Como eu imaginava, na cena em que matam diante da Katniss o senhor do distrito 11 por ele fazer o gesto peculiar, chorei. Fiquei deslumbrada com a coragem da  linda Johana Mason, que rendeu muitas risadas. Estou cada vez mais apaixonada por Peeta- e pelo Josh Hutcherson também. Sinto-me cada vez mais próxima da personagem principal, Katniss, e desejo cada vez mais que a sorte esteja sempre a favor dela.

Foi maravilhoso. Maravilhoso.

No mesmo dia, ganhei um medalhão de tordo do meu irmão. NEM PRECISO FALAR QUE AMEI, NÉ?! Por ter comprado os ingressos antecipadamente- meu irmão foi de manhã-, ele ganhou de brinde dois posteres e dois mouse pads exclusivos do filme Em Chamas. Mostrarei melhor o medalhão e os brindes no próximo post. Acompanhem! ;D

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Nós somos infinitos

 Acordei com meu irmão gritando: "Bia, comprei 'As vantagens de ser invisível' e...", nem esperei ele terminar, comecei a gritar, ainda rouca, na cama. Me levantei correndo, peguei o DVD da mão dele e fui direto para o sofá. Ele também comprou  "O lado bom da vida"- que parecia ser ótimo-, mas estava louca para assistir "As vantagens de ser invisível" desde o ano passado.
 Senti que já estava um pouco familiarizada com os personagens, porque pesquisei muito sobre o filme- li muitas críticas e opiniões.
Simplesmente amei o filme! Não sei direito o que eu esperava, mas superou todas as minhas vãs expectativas. É extremamente fofo e ao mesmo tempo forte. Tem um enredo bem interessante e conta uma história triste. Retrata a intensidade da adolescência e como nessa fase nós nos sentimos tão infinitos. A injustiça das paixões. As escolhas erradas. Os corações partidos. Charlie não sabe lidar muito bem com o sofrimento alheio- nem com o próprio. Ele vê coisas e as entende. Ele sofre em silêncio. 
 Me identifiquei muito com Charlie e com tudo o que ele sente.
 O filme é complexo, cativante, divertido e emocionante. O elenco é maravilhoso. Me arrepiei muito. A trilha sonora é ótima! Já estou ouvindo.

- Sr. Anderson... posso perguntar uma coisa?
- Pode.
- Por que pessoas legais escolhem pessoas erradas pra namorar?
- Aceitamos o amor que imaginamos merecer.
- É possível mostrar que merecem mais?
- Podemos tentar.

- Só me fale como eu faço pra parar.
- Parar o quê?
- As alucinações. A vida de todos eles o  tempo todo. Como eu faço pra parar de ver?
- Ver o quê, Charlie?
- É tanto sofrimento e eu não sei como ignorar.
- O que te machuca?
- Não, não é comigo. São eles. É todo mundo. Não acaba nunca. Você entende?

 Sei que tem gente que diz que essas coisas não acontecem. Tem gente que esquece o que é ter 16 anos quando faz 17. Sei que tudo será história um dia. E que nossas fotos vão se tornar lembranças. E todos nós nos tornaremos mãe a pai. Mas, no momento, esses instantes não são histórias. Está acontecendo. Eu estou aqui. E estou olhando pra ela. Porque ela é tão linda.
[...]
Eu consigo perceber. O momento em que você sabe não ser uma história triste. Você está vivo. Você se levanta e vê as luzes dos prédios e tudo o que te faz pensar. Ouve aquela música na estrada com as pessoas que você mais ama no mundo.
E nesse momento, eu juro, nós somos infinitos!"

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Love story



 Agora pouco estava assistindo "Cartas para Julieta"- filminho gostoso- e deu uma vontade de me apaixonar! [...] Pensando bem, melhor não.
 Mas ver aquelas cenas clichês românticas, a cidade de Romeu e Julieta- Verona- e todo aquele clima fofo me deixou meio abalada. Haha!

 Me lembrei de como foi a minha virada do ano- De 2012 para 2013. Todos nós ficamos acordados porque nossa nova cadelinha- Maggie- tem trauma de bombas e não queríamos deixá-la sozinha. Passei a noite assistindo o filme "Cartas para Julieta" enquanto comia pêssegos e ameixas. Minha mãe disse que foi a virada mais romântica da vida dela. Por fim, a Maggie dormiu durante todo o tempo e nem ouviu os barulhos- já que o filme estava alto. Depois que o filme acabou, fui para o sbt e tava passando a série The Big Bang Theory. Me apaixonei naquele momento.
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 AFF!!!!!!!!! ESSA MINHA VIZINHA X%@$ ESTÁ SOLTANDO BOMBAS AGORA! Ai, meu Deus! Dai-me paciência. Essa velha está soltando bombas e quando a sobrinha dela perguntou se tinha sido ela, ela respondeu: "Eu pensei que fosse pequena! Pensei que fosse fraquinha!", "Eu tomei um susto!", "Você assustou? É alta, né? Pensei que fosse fraquinha..."
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAFF! Quem tá quase explodindo sou eu com esse cheiro de queimado agora!
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 Pronto, passou o episódio da bomba e vou continuar a escrever.
 Conheci a música Love Story da Taylor Swift pelo filme e gostei de cara. 

[...]

Momento fofo já passou. Voltei a realidade. Chega de paixão. Essas bombas me despertaram. 
(Vontade de sair chutando tudo. Cadê a minha música??)

domingo, 19 de maio de 2013

Ainda ouço sua voz ecoar em minha mente

 Ainda estou cheirando a pipoca com manteiga. Ainda sinto um arrepio e um frio na barriga quando aquelas imagens passam pela minha cabeça. Ainda ouço sua voz ecoar em minha mente.

 Ontem, minha mãe, irmão e eu saímos de carro sem saber direito qual seria nosso destino. Acabamos no shopping e decidimos assistir a um filme. Estávamos entre Homem de ferro 3 e Somos tão jovens. Como Homem de ferro 3 iria começar ás 23h, escolhemos Somos tão jovens. Meu irmão relutou um pouco, mas nem me importei, já que amo Legião urbana e sou fascinada por essa banda. 
 Quando entramos com pressa na sala escura, o filme já havia começado. Me impressionei com tamanha semelhança entre o ator Thiago Mendonça e o vocalista da melhor banda de Rock do Brasil. O filme foi delicioso de assistir e não me cansei- achei até que acabou rápido demais.
 Amei o elenco- Já era apaixonada pela atriz Olivia Torres e o ator Daniel Passi desde o filme Desenrola-, fiquei completamente vidrada e com olhos fixos na telona. A história é muito bem contata e representada, tudo tão simples e tão dinâmico. Desejei muito ter vivido naquela época. 
 Cometeram loucuras, picharam paredes, cantaram o que sentiam, falaram o que vinha a cabeça. Enfim,viveram intensamente. 
 Desejei gritar e cantar a cada música que passava no filme, mas me segurei porque não achei oportuno fazer isso em uma sala fechada cheia de pessoas torturadas e transformadas pela sociedade atual. Elas não achariam conveniente.
 Mas gostei da risadas esquisita de uma mulher que estava sentada logo atrás de mim. No começo pensei que ela estivesse imitando barulhos engraçados do filme, mas depois percebi que aquilo era uma risada. Arré, arré, arré, arré... Dessa vez, a sociedade teve que aguentar. Muitos riram da risada da moça.
 Antigamente as pessoas não se importavam em conversar com outras abertamente, em fazer amizade. Era tudo tão diferente e tão fácil. Era simplesmente um menino chegar em uma menina e conversar. Hoje em dia nós complicamos tudo.
 Quando saí da sala, senti vontade de conversar com todo mundo, fazer amizades. Afinal, estamos todos aqui, compartilhando o mesmo espaço, e nem sequer nos conhecemos. Deveríamos mudar isso.
 Antigamente as pessoas montavam bandas mesmo não cantando tão bem- exceção de Renato Russo-, então também quero montar uma banda.
 O filme é incrível! Assistam. Chorei por dentro.

 Obrigada, Renato Russo, por fazer sua voz ecoar em minha mente.



                                                                 Sinopse
O jovem Renato Russo não tem tempo a perder: sonha ser um astro do rock. Mas ainda é cedo. Ele precisa estudar, dar aulas de inglês, tranquilizar os pais, curtir a turma, curar dores de amor e, principalmente, arrumar quem toque na sua banda. Do Aborto Elétrico à Legião Urbana, “Somos Tão Jovens” apresenta os primeiros acordes do mito Renato Russo e da turma do Rock Brasília, criadores de sucessos como “Que País é Este”, “Geração Coca-Cola”, “Eduardo e Mônica” e muitas outras músicas que marcam e transformam fãs geração após geração, iniciando a trajetória que a tornará a maior banda do Rock Brasil e Renato Russo o porta-voz da juventude urbana do país inteiro.

domingo, 16 de dezembro de 2012

Filme: Delírios de Consumo de Becky Bloom


Sinopse:
Em Nova York, Rebecca Bloomwood (Isla Fisher) é uma das muitas garotas que adoram fazer compras. Seu grande sonho é um dia trabalhar em sua revista de moda preferida, mas ela no máximo consegue chegar na porta do local. Até conseguir emprego como colunista em uma revista de finanças publicada pela mesma editora, dando dicas sobre economia- oque é uma grande ironia, já que ela é compulsiva por compras e não segue seus próprios conselhos. Acaba ficando famosa por ser colunista, e quando enfim seu sonho está prestes a ser realizado, ela faz de tudo para que seu passado não venha à tona.

Opinião:
Filme muito bom, recomendo! Faz um tempo que eu queria assistir, e quando vi que ia passar na televisão ontem á noite quase pirei. Foi melhor do que eu esperava. O filme mostra os problemas e a realidade de muitas pessoas que sofrem por serem consumistas. Isso é uma doença, e o filme retrata bem isso- de maneira muito engraçada. Gostei muito. Assistam!











#ficadica