Aceito encomendas de pinturas e desenhos. Entre em contato pelo e-mail: semacucar-porfavor@hotmail.com

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

More Agnes Cecile

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Após conhecer e publicar a arte da jovem artista italiana Agnes Cecile no blog, procurei a página dela no facebook e curti- recomendo que vocês façam o mesmo. O trabalho dela é mais fascinante do que eu pensava. Fiquei impressionada!

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Foto: day six


Foto: day six


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Foto: Society6 - 
http://society6.com/agnescecile 

http://web.stagram.com/p/436126058961617150_41478247


Foto: Society6 - http://society6.com/agnescecile


Foto: - on skin


Foto: BIG BANG IN WATERCOLOR
sped up painting on youtube | https://www.youtube.com/watch?v=3vB4OZJLNtc


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Foto: watch the making of _ http://www.youtube.com/watch?v=p-CQyJu-ing


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Foto: unsaid things
( video - https://www.youtube.com/watch?v=e2xR9e8shKE )


Foto: portrait I made some time ago on Moleskine, just to make practice



Foto: same technique, different painting -
http://www.youtube.com/watch?v=p-CQyJu-ing

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Foto: on sale within the next hour: stay tuned! (http://agnescecile.bigcartel.com/)


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Tem muito mais na página dela. Suspirem, suspirem!

PS.: Tenho que fazer mil trabalhos, tarefas e estudar para provas, que diabos estou fazendo aqui?!?

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Os desenhos aquarelados de Agnes Cecile


Agnes Cecile é uma desenhista italiana que decidiu se especializar em desenhos feitos com aquarela. A moça utiliza apenas tintas e aquarelas pra fazer tudo, e dá os último retoques com canetas. Olha só que trabalho incrível:


E aqui um vídeo que mostra como tudo acontece:
Se você clicar, as imagens abrem maiores. E se você continuar lendo o post, tem mais um montão de trabalhos da Agnes.








Você pode ver esses e outros trabalhos acessando o site da moça e dando like na fan page do Facebook! ;)

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

(Não) Estou hipnotizado pelo seu andar

 Eu não sei andar e ponto final.
 Qual é o problema comigo? Não aprendi direito quando bebê?!
 Não sou só eu que tenho essa neura com meu andar, meu irmão também. Ele me disse que se sente estranho andando, parece que todos estão olhando. Sei como é; ás vezes fico tão nervosa com medo de não conseguir dar o próximo passo que eu travo. Devo andar torto, devo puxar uma perna. Pensando bem, acho melhor procurar um psiquiatra ou um neurologista. Eu não nasci normal.
 Momentos tensos do meu cotidiano. '-'

sábado, 24 de agosto de 2013

Feche os olhos se estiver tonta

 Não se pode agradar a todos. Nem a si mesmo.
 Estou me esforçando. Estou me esforçando.
 Alguém vê o quanto luto?
 Não respeitam minhas lágrimas e nem sequer sabem o motivo delas.
 A vida me jogou para lá e para cá; isso me causou enjoos. Como em um daqueles brinquedos giratórios de um parque de diversão. Eu quero sair daqui.
 Suspiro e prossigo, pois o tempo ainda não acabou.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Quarta-feira

 Minha quarta-feira, 21/08, foi maravilhosa! Acordei bem disposta a ir pra escola, mas minha mãe não queria me levar e voltou pra cama. Ela me pediu pra ficar também mas eu tinha muitos trabalhos pra apresentar e meu irmão me levou.
 Na escola, pela primeira vez, gostei de fazer trabalho em grupo. Sempre odiei porque acaba havendo desacordos. Dessa vez, sem querer, classifiquei cada integrante pra ajudar em alguma coisa. Nosso grupo foi o único que concluiu dois trabalhos e os resultados ficaram ótimos.
 Á noite, fomos ao shopping minha mãe, irmão e eu, nos encontrarmos com o Léo (Sim, é o primo do Renato, daquele post); fomos assistir Círculo de Fogo em 3D legendado. Nunca gostei de filme legendado, mas dessa vez consegui acompanhar tudo e amei. O filme é muito bom. Léo tem bom gosto.
 Mal conversamos, infelizmente. Gosto muito dele.
 Eu estava SUPER apertada; no meio do filme minhas pernas já estavam dormentes e fiquei pensando: "Gente, será que me mijei e não senti?!" Haha
 Léo tirou os tênis e se sentou com perna de índio- É TÃO ESTRANHO FALAR ISSO-; ele não tem chulé. Fiquei impressionada. :P
 Na hora de sair do cinema- como sempre- fiquei tonta. Mal consegui andar e quase capotei. Esses são apenas alguns dos meus truques de sedução. lol
 Amei o filme, só fiquei triste por eles terem ido embora tão rápido. Minha mãe, como era de se esperar, saiu do cinema xingando, dizendo que o filme não tinha pé nem cabeça, que nada fazia sentido e que ela o odiou. Meu irmão frisou que eles fizeram isso por mim, já que quem queria ir ao cinema com o Léo era eu. kk
 O filme é ficção científica. Sobre monstros- os Kaiju- que invadem a Terra- mas não através do universo e do céu, mas através de uma fenda no oceano-, e, para não permitir que estes tomem conta e destruam a Terra, os humanos criam robôs- os Jaegers- para destruí-los. Efeitos incríveis. Filme muito bom. Recomendo.
 Bom, chegando em casa, quase 23h, morri de vontade de conversar com o Léo via internet, mas o sono- e minha mãe- não deixaram.
 Foi um dia lindo. Acho que dormi com um sorriso de orelha a orelha.
 PS.: Aaah, lembrando aqui que o Léo me recomendou assistir "O Segredo de Beethowen" e "Minha Amada Imortal". Ansiosa.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

So far away

 Agora, longe está; já não  me afeta mais.
 Após quase 2 anos evitando ouvir tal música- com receio e certeza de que, assim como os acordes, a dor cresceria em meu coração-, estou curada e me senti pronta para ouvi-la novamente.
 Quando as feridas estavam recentes e ainda abertas não suportava pensar que algo tão fútil como essa canção poderia fazer doer ainda mais.
 Eu havia me apaixonado, mais uma vez, por alguém que- obviamente- não conhecia. Éramos melhores amigos, apesar deu tê-lo visto apenas uma vez. Dizíamos que nossa música era So far away do Avenged Sevenfold- a única música deles que já ouvi-; quando ficávamos muito tempo sem nos contatar via internet, sempre digitávamos "So far away" como apelo de saudade. Éramos fofos. Éramos jovens. Éramos melosos. Éramos amigos.
 Terminei com ele- apesar de ainda gostar dele- e continuamos amigos, até perdermos totalmente o contato.
 Como eu ouvia muito So far away, já era de se esperar que minha mãe viciaria nessa música e embarcaria comigo. Porém, após o término, minha mãe prosseguia colocando pra tocar e isso era torturante. Acho que hoje, pela primeira vez em muito tempo, pude ouvir e cantar com a alma essa música que, apesar de tudo, me traz boas e doces lembranças.

 So far away...

Aquilo por que vivi

Três paixões, simples, mas irresistivelmente fortes, governaram-me a vida: o anseio de amor, a busca do conhecimento e a dolorosa piedade pelo sofrimento da humanidade. 

Tais paixões, como grandes vendavais, impeliram-me para aqui e acolá, em curso, instável, por sobre o profundo oceano de angústia, chegando às raias do desespero. 

Busquei, primeiro, o amor, porque ele produz êxtase – um êxtase tão grande que, não raro, eu sacrificava todo o resto da minha vida por umas poucas horas dessa alegria. Ambicionava-o, ainda, porque o amor nos liberta da solidão – essa solidão terrível através da qual nossa trêmula percepção observa, além dos limites do mundo, esse abismo frio e exânime. Busquei-o, finalmente, porque vi na união do amor, numa miniatura mística, algo que prefigurava a visão que os santos e os poetas imaginavam. Eis o que busquei e, embora isso possa parecer demasiado bom para a vida humana, foi isso que – afinal – encontrei. 

Com paixão igual, busquei o conhecimento. Eu queria compreender o coração dos homens. Gostaria de saber por que cintilam as estrelas. E procurei apreender a força pitagórica pela qual o número permanece acima do fluxo dos acontecimentos. Um pouco disto, mas não muito, eu o consegui. 

Amor e conhecimento, até ao ponto em que são possíveis, conduzem para o alto, rumo ao céu. Mas a piedade sempre me trazia de volta à terra. Ecos de gritos de dor ecoavam em meu coração. Crianças famintas, vítimas torturadas por opressores, velhos desvalidos a construir um fardo para seus filhos, e todo o mundo de solidão, pobreza e sofrimentos, convertem numa irrisão o que deveria ser a vida humana. Anseio por afastar o mal, mas não posso, e também sofro. 

Eis o que tem sido a minha vida. Tenho-a considerado digna de ser vivida e, de bom grado, tornaria a vivê-la, se me fosse dada tal oportunidade.
Bertrand Russel.